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Inauguração da Casa Carlos Oliveira



Em Febres, acaba de abrir ao público a Casa Carlos Oliveira, equipamento cultural criado naquela que foi a habituação do escritor durantes alguns anos da juventude, agora transformado num centro de dinamização de iniciativas culturais em torno da sua vida e obra. Adquirido pela Câmara Municipal, o imóvel foi objeto de um processo de reabilitação, este já ao abrigo de um protocolo celebrado com a Junta de Freguesia de Febres, tendo contado com um financiamento comunitário do PRODER, no âmbito de uma candidatura sob gestão da ADELO – Associação de Desenvolvimento Local da Bairrada e Mondego.

A inauguração foi no dia 22 de fevereiro, numa cerimónia que contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, João Moura, do presidente da Junta de Freguesia de Febres, Carlos Alberto Alves, do presidente da Assembleia Municipal, José Maria Maia Gomes, da vice-presidente da autarquia, Helena Teodósio, e dos vereadores Pedro Cardoso, Júlio Oliveira, Célia Simões e Pedro Carrana, bem como representantes de diversas entidades e muitos convidados, entre os quais autarcas e personalidades ligadas ao mundo da cultura e das letras.

Na ocasião, o líder do executivo camarário começou por manifestar «imensa tristeza por aquilo que devia ser a expressão do regozijo pela presença da Dr.ª Ângela de Oliveira na abertura de um espaço cultural que tanto lhe deve, tenha que ser uma manifestação de pesar perante a fatalidade da sua morte, no passado 15 de fevereiro».

João Moura invocou a propósito «o papel inestimável da esposa do escritor como fiel depositária e guardiã de todo o seu legado intelectual e humano» para lembrar «as iniciativas desencadeadas pela Câmara Municipal em torno desse legado, com destaque para o Prémio Literário Carlos Oliveira, entre outras, e agora a criação da Casa Carlos de Oliveira, um espaço que dignifica a sua memória e queremos venha a constituir-se como um fator favorável à divulgação e intensificação do estudo do seu universo literário».

Para o autarca «este equipamento representa também um desafio para esses agentes culturais, incluindo naturalmente as escolas, que podem e devem fomentar a sua utilização com atividades que contribuam para reforçar o conhecimento do universo literário que aqui é homenageado e para promover a investigação de novas leituras e outras abordagens possíveis à narrativa e poesia de Carlos de Oliveira».

No mesmo sentido foi a intervenção do presidente da Junta de Freguesia de Febres, para quem «esta obra, de acordo com o que pretendem as entidades que a promoveram, vai estar ao serviço da população e das instituições que a representam, principalmente, numa vertente cultural, social e humana».

Carlos Alberto Alves referiu que «no imenso universo literário criado por Carlos de Oliveira estão as vivências desta parte de Portugal que é a nossa terra, está o património imaterial e o inconsciente coletivo que de algum modo caraterizou esta região num contexto histórico específico e é essa realidade que queremos dar a conhecer melhor ás novas gerações».


Autor: www.cantanhedeonline.pt
Data: 24-02-2016





 
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